LOS – Capítulo 26

Anterior | Próximo


Capítulo 26:

~Solo~

 


 

“Roube, pilhe e leve suas mulheres. O vencedor ganha tudo.”

— Uma Memória dos Antigos

 


 

***Caríntia***

***Magnus***

 

Sinto o Véu tremer. Alguém invadiu meu território. Cinco pessoas. Isso não é tão ruim. Pensei que eles enviariam mais pessoas para me testar. Então são Hammons, ou os Baucheaux? Provavelmente não importa. Rosno e bato a caneca de café na mesa da cozinha, assustando a Kath. A criança estava mexendo seus cereais como se não fossem comestíveis. — Diga aos outros para ficarem dentro da berlinde de realidade.

Não esperando por uma resposta, deixo a cozinha e vou em direção ao meu arsenal de armas no apartamento. Para minha sorte, não me encontro com mais ninguém. Certamente iriam querer me ajudar, mas não quero que a Sely arrisque sua vida.

No meu caminho até lá, faço algumas chamadas para garantir que seja eu a encontrar os intrusos e não o contrário.

No cofre, me armo com tudo que seja aceitável sem levantar muitas sobrancelhas. Seria bom vestir a veste de escama de dragão contra balas de rifle. Importei a coisa dos EUA, mas é grosseira demais para ser vestida de forma oculta.

Após carregar quatro armas e escondê-las sob minha capa, ato as duas adagas anãs aos meus antebraços. Suas lâminas são longas e elas têm uma curva maligna. Mas não foi por isso que as trouxe. Os anões gastaram muito esforço para se certificarem que essas duas belezuras pudessem atravessar a maioria das defesas mágicas. Isso será muito útil caso encontre alguém que goste de usar feitiços como pele de pedra.

O cinto com meu conjunto especial de surpresas está apertado em volta da minha cintura antes de eu fechar o casaco. O cinto carrega algumas granadas e engenhocas mágicas como um conjunto de cartas de magic e dados. Deixe o MtG lidar com os intrusos.

Dois minutos depois estou na porta e dentro do meu carro, indo para a borda da área industrial.

Encontro a Eva em seu lugar de sempre e estaciono o SUV perto dela. Então baixo a janela. — É estranho você ainda estar acordada a essa hora.

Eva sorri com uma expressão cansada. — Não aja como se não soubesse a razão. O fato de você ter chamado os caciques da nossa pequena comunidade e alertado eles contra intrusos significa que nós estamos em perigo imediato. Quando você fez a terceira chamada, o território inteiro sabia que alguma coisa aconteceria. Minha família está em guarda.

— Eu só quero me certificar que sou o caçador e não a caça — respondo. — Quero que instrua seus vamps a procurar por eles. Cinco Antigos.

Eva se encolhe. — Mas está no meio do dia. Apenas olhe o meu estado. O sol nos queimar pode ser um mito, mas está ofuscante demais.

— Já instrui o Paul a usar a magia d’água de seu povo para espessar a névoa. Em uma ou duas horas você não verá mais longe que cinco metros — explico.

Eva arregala seus olhos: — Eles podem fazer isso? Não sabia que aqueles carinhas bizarros podiam fazer mais que comer cadáveres e coaxar sobre o lago belo deles.

Bem, todos tiveram água potável de qualidade desde eles que assumiram residência aqui. Dou um riso amargo. Algumas vezes isso vem com um preço de acomodar certas espécies sobrenaturais no meu território. 

— Por que você acha que temos névoa por três ou até quatro dias por semana? O Povo do Paul gosta quando o sol não queima a pele deles e o ar está úmido, cheio de água.

Eva dá um riso de zombaria. — Você quer dizer que meus neófitos poderiam ter mais sol se aqueles caras não existissem?

— Fique feliz, ou seu povo não seria capaz de sair hoje. Vamps têm os melhores sentidos entre os sobrenaturais. Eu preciso dos meus pequeninos ninjas sanguessugas para encontrar os intrusos. — Pressiono o botão para fechar a janela.

Ela ri e me oferece uma última reclamação antes da janela se fechar completamente.: — Ainda não dá pra saber se é uma benção ou maldição.

Deixo Eva para trás e dou uma olhada no medidor de gasolina. Com o tanque três quartos cheio posso dirigir por meio dia e procurar por quaisquer traços de magia. Dou um grunhido e me preparo para um longo dia.

É uma da tarde quando Eva me chama, me informando dos cinco Antigos que montaram acampamento em um dos muitos castelos em ruínas em volta da cidade. — Parece que eles estão tentando fortificá-lo com magia. Assumo que eles não estão aqui para atacar, mas para criar uma base segura para operações futuras.

Isso explicaria porque há apenas cinco deles. Eles deveriam se esconder até sua base de operações estar segura. Então pedirão reforços. Provavelmente não são nem lutadores muito fortes, mas especializados em criar proteções mágicas.

— Vocês podem limpar a área de quaisquer espectadores. Eu lidarei com eles. — Encerro a chamada e sigo as orientações da Eva. No caminho tento relembrar o layout da ruína. Chamar de castelo é um exagero. Se fosse um, teria sido renovado e transformado em uma atração turística há muito tempo atrás.

Chamar de torre de vigia é mais preciso. O porão ainda está lá, apesar dos andares superiores estarem destruídos e inutilizáveis. A parede em volta também está cheia de buracos. Há apenas uma única razão de verdade para escolher esse lugar acima de outros, e é o fato de que está bem longe de qualquer humano.

A torre de vigia foi construída acima de uma montanha que é propriedade do estado. Não há casas em um raio de dez quilômetros. Se eu soubesse que eles escolheriam um lugar desses, teria me armado até os dentes.

Mas não faz sentido desejar mais armas nesse ponto. Se eu voltar pra casa para aumentar meu arsenal, posso acabar dando a eles o tempo que precisam para fortificar o local completamente. Pelo menos eu tenho algumas armas de peso dentro da mala do SUV.

Meio caminho montanha acima paro o carro na beira da estrada. O fato do local ser barrado à entrada pública impossibilita dirigir todo o caminho até lá. A neve da estrada não é nem removida. Com um metro da coisa branca, meu carro apenas ficaria preso. Outro ponto é que espero obter alguns tiros de sorte antes da batalha começar.

Acabo numa luta para subir através da neve na altura dos quadris, o que leva mais que o esperado. Mesmo com o uso de magia.

O tempo todo observo as árvores e arbustos em volta de mim na busca pelos invasores. Mas não há nada. Em certo ponto até encontro algumas pegadas, mas a superfície da neve nelas já está dura. Isso as faz terem mais de uma ou duas horas. Provavelmente um dos vamps da Eva.

Finalmente, chego na ruína, lança-granadas em mãos e StG no ombro. O lançador de granadas é um modelo antigo, mas de confiança. Já atirei mais de mil tiros com ele. Nem uma única falha.

Estudo o pouco que posso ver da ruína. Há uma muralha e uma parte da torre destruída por trás. Uma sessão inteira da muralha está caída, o que deve me oferecer fácil acesso caso decida entrar. Minha posição não é perfeita, mas tem menores chances de descoberta com os arbustos espessos em minha volta. E se eu quiser desaparecer completamente, apenas tenho que me jogar na neve.

Enquanto pondero quanto as possíveis maneiras de proceder, sinto fortes emissões mágicas da ruína. Meus amigos estão de forma rápida e suja, empregando alguma força séria. É possível que eles até estejam tentando criar uma berlinde de realidade. Eles devem possuir uma pedra de poder. É magia demais para apenas cinco pessoas.

Xingo e cuidadosamente luto contra a neve para avançar. Ao invés de passar pela sessão aberta na parede, escolho a parte mais dura. Se meus amigos decidiram colocar armadilhas para visitantes não convidados, então certamente cuidaram dos pontos de entrada óbvios primeiro. Escalar a muralha aumenta minhas chances de surpreendê-los.

Acaba sendo bem fácil, por causa do trabalho irregular das pedras. Na verdade, há um perigo maior de pegar uma pedra solta do que de não achar lugar para se segurar. Mas no final consigo subir sem fazer muito barulho. Lentamente dei uma primeira espiada sobre a muralha. A neve no pátio interno da ruína está pisada e cheia com uma rede de caminhos. Um homem está de vigia na entrada do porão da ruína.

Os outros certamente estão ocupados tecendo seus feitiços.

Um impulso repentino exige que eu pule lá embaixo, berre um desafio e avance. E isso seria extremamente estúpido, mas tão satisfatório. Mordo minha língua e luto contra meus instintos. Então percebo a runa que foi gravada em uma das pedras. Que sorte minha. Escolhi exatamente essa pedra para me segurar.

Flexiono meus dedos e quebro a pedra da alvenaria. O estranho impulso de atacar como um maníaco imediatamente enfraquece. Não se foi, mas é muito mais fácil de controlar. Magia sutil. Eles não tiveram tempo de colocar uma armadilha de verdade, então usaram runas para influenciar os atacantes a se anunciarem. Me faz pensar sobre que outras surpresas eles tinham nos pontos de acesso óbvios.

Mostrando muita paciência, espero até o guarda olhar para o outro lado. Muito lentamente, me levanto sobre a muralha. Aterrissar do outro lado não exige magia. A neve profunda é o bastante para amortecer a queda. Após um minuto fica claro que não fui visto.

A neve é tão macia que seria uma alegria esquiar nela. Na minha atual situação isso também é benéfico, já que posso fazer uso disso para me aproximar do guarda sem ser visto. Cavo meu caminho adiante, empenhando meu sendo de magia para checar se fui percebido.

Quando estou a vinte metros do alvo, determino estar perto o bastante para dar um tiro certeiro. Mesmo com um lançador de granada, contra um Antigo, não é morte certa a menos que seja acertado diretamente. Ele seria ferido e arruinado pelos estilhaços. Não há dúvidas disso. Mas pessoas frequentemente superestimam a efetividade de explosões. Se ele tiver um escudo armado, tudo que não for um golpe certeiro não vai nem o incapacitar.

Me ponho de joelhos e checo o lança-granadas com meus dedos. O pó de neve está em todo canto. Quando não encontro problemas com o clip que carrega as oito granadas, me levanto e miro o lançador.

A cabeça de homem estala em minha direção quando pressiono o gatilho. E de novo, e de novo. Enquanto o faço, murmuro encantos para levantar meus próprios escudos. A primeira explosão lança neve e tijolos para cima, envolvendo o homem. Não o acertou, mas continuo a atirar até um pé tropeçar na neve próxima.

Dois tiros sobrando na câmara, me concentro e envio energia através dos meus músculos. Então salto alto e amplamente, aterrissando no topo dos restos destruídos da torre. Me viro e faço mira na entrada para o porão. A poeira abaixou, me garantindo uma bela vista dos restos espalhados do guarda.

Isso é quando as coisas dão errado. Eu deveria saber que um guarda só era óbvio demais. Sinto magia trás de mim um momento antes de atingir meu escudo com um lampejo de luz, me drenando e me jogando de cima da torre. Caindo, lanço minhas duas últimas granadas na torre, adivinhando a posição do meu atacante aleatoriamente.

Ele deve ter se escondido com algum tipo de invisibilidade.

Ainda caindo, largo o lança-granadas e aterrisso na neve. Não ficando ocioso, pulo adiante para a entrada do porão. Atrás de mim há outro lampejo de luz, mas não me importo, escolhendo o caminho à frente. Foi obviamente um erro de cálculo achar que nenhum deles podia lutar. Eles trouxeram pelo menos uma pessoa capaz.

O porão é um quarto largo único. Para minha grande satisfação encontro três Antigos que estavam obviamente ocupados rabiscando as paredes com runas. Dois homens e uma mulher. Um deles lança algum tipo de maldição em mim. Rolo para o lado, descarregando o StG no cômodo.

Um deles berra, me dizendo que não se protegeu adequadamente. Jogo o StG agora vazio nele, lançando minha mão para frente melhorando sua velocidade com magia de força. A arma colide em seu peito com um baque satisfatório. Mas isso deu aos outros dois tempo para agir. Mais feitiços colidem com meu escudo, fazendo com que ondule perigosamente.

Agora de mãos vazias, alcanço os lados do meu cinto e mando as duas claymores girando pelo quarto. Recuando para a saída, lanço mais duas granadas atrás de mim por garantia, preenchendo o quartinho com explosivos o bastante para despedaçar tudo que estiver dentro.

A onda de choque praticamente me carrega para fora do porão, de volta ao exterior onde rolo três vezes antes de ser atingido com um terceiro lampejo de luz. Dessa vez vejo o orbe de luz azul do feitiço chegando.

Ele me lança ao chão, acabando com meus escudos enquanto parte da força cinética passa através. Uma ou duas costelas se quebram, uma sensação familiar. Cerro meus dentes e me ponho de pé, mãos no meu sinto.

— Isso é uma piada? Você já está sem magia? Você não é tão forte quanto disseram.

Uma voz feminina fala comigo vinda de lugar nenhum. Giro e me concentro, mas não consigo sentir nada. A segunda guarda é boa em se esconder. E ela tem bastante poder. Aquelas fagulhas de energia azuis realmente carregam uma força e tanto. Meus escudos são o bastante para caminhar através de uma chuva de balas. O feitiço dela os derrubou com dois bons golpes. Os caras do porão também drenaram minha magia, mas cada um dos feitiços dela levou pelo menos um quarto do meu poder.

— Você está ficando sem brinquedos.

Outro orbe azul dispara de uma direção diferente e jogo uma das cartas. A matriz mágica dentro dela ativa o orbe azul prematuramente, me deixando intocado. Há uma pequena lufada de vento, mas isso é tudo. O feitiço parece ser dirigido a destruir defesas mágicas.

Levo a mão ao meu bolso e rodopio para espalhar os dados na área. 

— A pergunta é: quanto tempo mais você consegue manter essa sua invisibilidade enquanto invoca sua magia de força em mim? Porque assim que isso acabar, você é presunto.

Outro orbe azul e o rebato de novo. 

— Isso é tudo? Você é algum mágico de dois truques só? — Não que sua invisibilidade perfeita seja um truque ruim. Ela deve estar usando magia de força simultaneamente para flutuar. Do contrário eu teria percebido as pegadas na neve. Ela deve estar carregando a pedra de poder. É por isso que a área toda está transbordando magia. Eles armaram isso para lhe dar a chance de me pegar.

— O bastante.

Dessa vez demoro demais em rebater o feitiço, mas os dados ao meu redor se ativam. Eles criam um campo de amortecimento que dissolve o feitiço. Isso é quando um dos outros tropeça para fora do porão, gemendo. Quatro longos passos me trazem ao lado dele e o agarro.

Um rápido movimento de meu pulso e tenho uma das adagas anãs para fora e na garganta dele. — Saia do meu território e te deixarei viver.

O homem não se permite contrair um único músculo enquanto esperamos.

— Você está mentindo.

— Você está certa — dou de ombros e corto sua cabeça. O aço anão encantado afunda através de sua carne e osso como se fossem manteiga.

A cabeça rolante é respondida com outro orbe azul, mas uso o corpo como escudo para me proteger. O impacto me joga ao chão. Checo meus arredores e vejo uma mulher aparecendo, não mais de cinco metros de distância de mim. Ela aterrissa no chão, sua magia claramente gasta. Mas diferente de mim, ela ainda está de pé e andando. Ela larga a pedra de poder usada no chão.

Caído ali, me estendo ao cadáver e murmuro outro encantamento, gastando minhas últimas reservas.

Usar magia não é uma ciência exata. Bastante treinamento é necessário e a parte mais importante é saber seus próprios limites. Nenhum mago tem uma ideia exata de quantos feitiços exatamente ele ou ela pode invocar em um único dia.

É muito parecido com levantamento de peso. Em um dia mediano você pode levantar a barra oito vezes antes dos seus músculos cederem. Em um dos bons você pode até chegar a onze. O ponto é que ninguém pode ter certeza absoluta que tem o poder para aquele décimo ou undécimo empurrão.

E se você se enganar, perde a consciência. Isso é uma sentença de morte se seu oponente ainda estiver de pé e animado. Enquanto invoco o feitiço, percebo que me forcei demais com aquele último feitiço. As luzes se apagam.

Não posso ter ficado fora por muito tempo. O sol ainda está no céu quando abro meus olhos de novo. Estou deitado de costas e com uma dor de cabeça de rachar. Me ponho de joelhos e olho em volta. E efetivamente, a mulher está em combate com o cadáver sem cabeça. Mas ela está gasta e sem mais nenhuma reserva. Ela deveria ter ido embora quando teve a chance.

Me ver inconsciente deve ter lhe deixado gananciosa para terminar o serviço. Talvez ela até possuísse um desejo de vingança após eu acabar com seus companheiros. Tive sorte de invocar aquele último feitiço de reanimação. Agarrando a adaga próxima, me ponho de pé e me aproximo dela.

O zumbi está fazendo um bom trabalho em segurá-la enquanto enfio a adaga nela repetidamente. Eles estão tão engalfinhados que não consigo um golpe certo em seu pescoço. A dor revive sua força e ela joga o zumbi para longe.

Pulo nela, segurando a adaga contra sua garganta. — Baucheaux, ou Hammon?

Ela para de resistir. — Baucheaux. Desejo barganhar meu corpo por minha vida. Te aceito como meu chefe de clã.

Essa é uma maneira aceitável de se salvar após uma batalha perdida com outro clã. Melhor ser um escravo que um morto. A tradição é tão velha quanto o mundo. Estudo seu belo rosto sardento com cabelos vermelhos e olhos de verde profundo. — Temo que já tenha uma mulher para aquecer minha cama. E ela te mataria de qualquer jeito. Você é competição.

Vou cortando sua garganta e lá se vai a cabeça. Suspirando, me ponho de pé novamente. — E sem contar. Não confio em alguém que ainda possui um clã inteiro em casa. — Alongo meu corpo dolorido e tento avaliar o dano. Meu peito ainda dói, mas posso respirar.

Olhando para cima, percebo que o cadáver sem cabeça ainda tem um pouco de tempo até a magia se esgotar. Entrego uma das minhas adagas a ele. — Colete as cabeças no porão.

Eu as mandarei de volta ao dono.

Coleto a pedra de poder e me reclino contra a parede da torre para descansar. A pedra é um pedaço enorme de obsidiana. Vazia agora, mas posso recarregá-la.

É um incômodo checar pelos outros dois que ainda estão no porão. Enviar o zumbi tem o benefício de que não serei eu a cair na armadilha. Apenas caso um deles tenha uma ideia similar a minha.

Meus medos se tornam infundados quando o zumbi retorna com mais duas cabeças do porão. Ele empilha as quatro cabeças na minha frente, então o mando procurar pela quinta. O cara que foi atingido pelo lança-granadas se espalhou por todo o terreiro. O cadáver mal consegue encontrar a cabeça enterrada fundo na neve antes de tropeçar e cair. Acabou o tempo.

Com cinco cabeças pilhadas em total, sigo meu caminho de volta ao SUV.

 

 


 

Tradução: Batata Yacon   | Revisor: Delongas

 


Anterior | Próximo