LoMa – Volume 1 – Capítulo 9

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Escrito por Mishima Yomu/Wai (三嶋 与夢)


Primeira Batalha

 

Após mobilizarmos nossas forças, tínhamos cerca de cinco mil naves do nosso lado.

Mesmo se tivéssemos um total de oito mil naves, muitas delas estavam inoperantes por conta de problemas que haviam surgido durante a manutenção.

Entretanto, mesmo sendo apenas capazes de reunir essa quantia, as coisas ainda devem estar bem.

Em uma das ponte da espaçonave de guerra, eu me sentava recostado em uma cadeira especialmente preparada.

A ponte atualmente estava caótica, com mais de cem pessoas ocupadas com seus trabalhos.

Por ser também a nave almirante que eu havia embarcado, havia mais pessoas delegadas que o normal.

Enquanto eu olhava para todas essas pessoas trabalhando duro:

— Já estamos prontos para a partida?

Os soldados pareciam levemente inquietos, mas não podiam se opor a mim, seu senhor.

Essa era uma visão comum no império.

— Ainda estamos terminando algumas preparações de última hora, e meu Senhor, está certo disso?

Olhei para a expressão preocupada do comandante, e não pude deixar pensar nele como “lastimável”.

Essa campanha era uma piada.

Nossa vitória era óbvia.

Eu sorria sozinho com esse conhecimento.

Os tesouros e recompensas possuídas pelos piratas estavam ao meu alcance.

— Deixando isso de lado, esses piratas têm bastante dinheiro?

Os soldados se entreolharam.

— Bem… eles têm.

— E em pensar que tudo isso vai ser meu em breve… Mal posso esperar.

Todos os soldados me fitaram enquanto eu ria.

◇ ◇ ◇

Frota de Goaz.

Como era de se esperar, a maior nave era a nave almirante pessoal de Goaz.

Desde que ele a utilizou para destruir toda uma nação estelar, tornou-se sua nave favorita entre todas as outras.

Ela foi remodelada ao ponto em que mal se podia discernir sua aparência original.

Relaxando na ponte, Goaz ria enquanto colocava uma mão em sua testa.

— Eles estão vindo nos encontrar? Nossa, parece que o pirralho tem algum espírito de luta.

Os piratas em volta se juntaram na risada.

A frota pirata de Goaz nunca havia perdido.

Ele pensou que eles se renderiam, como a maioria das casas de fronteira com forças limitadas geralmente faziam.

— Tenho que admitir, eles têm espírito. Fale aos homens que se eles capturarem o pirralho vivo, vou dobrar a fatia deles. Eu quero aquele pirralho como meu próximo brinquedo.

O assistente estava sorrindo.

— Por isso que você é adorado, Chefe.

— Bem, é interessante ter um pirralho imaturo como oponente para variar. Quando isso houver acabado, me pergunto como vamos brincar com a população que acabou de perder sua última linha de defesa.

Goaz ainda não estava satisfeito.

Ele era um homem que havia perdido a conta de quantas vidas ele havia tomado durante as décadas.

Tudo isso era devido a caixa dourada que ele possuía… a [Caixa Alquímica].

Falando de modo simples, era um artefato capaz de produzir ouro de qualquer substância, até mesmo lixo, com exceção de organismos vivos.

Era uma peça de tecnologia perdida impossível de ser recriada.

Além de ouro, era até mesmo capaz de produzir mithril e adamantium.

Era um artefato dos sonhos.

— E agora, que tal ensinarmos o que é uma batalha de verdade para um pirralho ignorante que não sabe de nada?

Os piratas acreditavam que a vitória estava garantida.

Qualquer um pensaria isso.

Eles excediam os números inimigos em seis vezes.

Mesmo se não planejassem nada, certamente seriam capazes de vencer em uma batalha frontal.

◇ ◇ ◇

Apenas alguns dias haviam se passado antes de partirmos para enfrentar os piratas.

Eu escutava as ordens do comandante enquanto relaxava em minha cadeira.

Eu mal podia ouvi-lo no momento.

A cadeira onde eu me sentava era assustadoramente confortável.

Não importava como eu me sentasse, minhas costas não doíam minimamente.

Eu podia totalmente dormir nela se quisesse também.

No momento em que eu fechasse meus olhos, minhas luzes se apagariam.

Nos últimos dias nós havíamos elaborado nossos planos e formações.

Cada pessoa foi delegada à função ao qual eram mais adequados, então deixei tudo para o pessoal militar enquanto apenas assistia.

Só em olhar para as coisas como estavam, não parecia que a batalha começaria tão cedo.

Eu entendia que todos pensavam que essa era uma resistência final por causa da diferença em números.

Chamei um soldado posicionado por perto.

— Quando irá começar?

— Meu Senhor, já começou. Quando a batalha chega a uma escala larga como essa, você não pode simplesmente se mover imprudentemente na escuridão do espaço, é só que… nós já estamos tendo problemas o bastante no presente.

— Não posso nem ver o inimigo.

— Quando se considera o tamanho do universo, imagine que a distância que o inimigo está já pode ser considerada bastante próxima.

— Parando para pensar, é verdade que nunca realmente aprendi nada sobre guerra.

Apesar de estudar muitas coisas nas cápsulas educacionais, eu negligenciei a educação militar.

Mesmo sabendo disso, o soldado explicou o quão ignorante eu era sem remorso nenhum.

Ele realmente não mediu suas palavras, mas eu gostava da honestidade com a qual ele havia falado.

Porque ele estava trabalhando por mim, eu permitirei pelo menos isso.

Parece que as duas forças estavam lentamente reduzindo a distância enquanto reposicionavam seus exércitos em resposta ao outro.

Parece que checar os inimigos nos radares e instrumentos também era considerado parte da batalha.

Tendo dito isso, por quantos dias isso vai continuar?

O comandante resmungava:

— Com forças largas assim a quantidade de soldados que o inimigo possui não é brincadeira nenhuma.

Ver o quão firmes eram os piratas o fazia franzir.

Me virei para o soldado de novo.

Pelo seu comportamento, ele provavelmente era alguém que costumava estar no exército imperial.

— O campo de batalha é sempre assim?

— Não é muito comum, até mesmo o comandante está ficando um pouco impaciente.

Uma aproximação lenta enquanto se ajusta as formações.

Apesar de não estarem em vista, ambos os lados conferiam a presença um do outro.

Então um dos operadores berrou:

— Estamos recebendo interferência de comunicação! Inimigos foram avistados diretamente acima da frota! Seus números, cerca de quinhentos!

Aparentemente quinhentas naves piratas atacavam de cima da frota, de algum modo evitando a detecção de nossos radares.

O comandante imediatamente começou a dar ordens.

— Então eles estão fazendo o primeiro movimento? Preparar para interceptação! Não deixem eles fora de vista!

Nossa frota rapidamente alterou nossa formação para a de um arco apontado diretamente para cima e pronto para os piratas iminentes.

O comandante tinha um olhar amargo em seu rosto.

Me virei para o soldado:

— Não é ruim para o inimigo espalhar suas forças desse jeito?

— Eles fizeram isso para quebrar a nossa formação. Não importa o quão rapidamente os interceptemos, ficaremos abertos para retaliação por um momento.

— Teria sido melhor se eles avançassem contra nós com todas as suas forças no começo.

Enquanto eu reclamava, o inimigo começou a aparecer e as expressões dos soldados começaram a ficar desoladas.

— Meu Senhor, esses não são piratas. Bem, eles são, mas… são pessoas que caíram ao nível de piratas.

Essas não se parecem naves imperiais, então devem ter sido a frota de outra nação.

Essas são as pessoas nos atacando.

Por alguma razão, o pensamento me deixou um pouco triste.

— Ele fez as pessoas que se renderam a ele no passado em sua força de ataque? Mas por que estão enviando tropas enquanto também enviam sinais de interferência?

— Ordens dadas após a ocorrência de interferência estão fadadas a atraso antes das unidades poderem realizá-las. Eles enviaram essas pessoas sabendo disso.

Se você não puder falar com seus soldados, não tem como dar ordens, simplificando… bastante problemático.

Mesmo assim, aqueles encarregados do assalto provavelmente são peças descartáveis no ponto de vista pirata.

Enquanto os piratas começavam a atacar, nós retornamos fogo para interceptá-los.

Estávamos atirando uns nos outros com raios e laser.

Eu não pude deixar de pensar que os lampejos de luz colorida que viajavam pelo espaço eram um pouco bonitos.

◇ ◇ ◇

Goaz batia suas palmas na ponte.

— O que você vai fazer agora, pirralho? Suas peças estão prontas?

Quinhentas naves aliadas foram repelidas, mas Goaz não se importava muito.

Ele tinha forças esmagadoramente dominantes, se perdesse só isso então não importava muito.

Seu assistente também sorria:

— Chefe, o inimigo deve estar confuso agora, é hora de atacar.

A frota da Casa Banfield agora deve ter sido deixada em caos devido ao seu ataque de interferência de sinais… Goaz, decidiu suas ordens após escutar o relatório do ajudante.

Os piratas já haviam encerrado a distância enquanto o inimigo enfrentava os quinhentos peões abandonados.

Então Goaz berrou em voz alta:

— Certo cambada, é hora de um ataque! É natural para piratas atacarem um exército em pânico!

Todos eles atacariam de uma vez.

A tripulação ficou um pouco surpresa, mas não pareceu se importar.

Eles pensavam que o inimigo estaria em um estado de pânico.

Entretanto, minas aguardavam pelas naves que avançaram.

Várias dúzias de naves piratas foram pegas na explosão e foram destruídas.

— Que truquezinho esperto.

Ele se perguntava se eles sabiam que isso aconteceria.

Porém, mesmo isso não era muito com o que se preocupar.

O assistente também não estava em pânico.

— Eles estão se saindo melhor do que pensei.

Goaz começou a rir.

— Não seria nenhum pouco divertido se eles não pudessem fazer pelo menos isso. De qualquer jeito, essa quantidade de danos é…

Imediatamente depois, a vanguarda foi pega em outro ataque inimigo e explodiu.

— … Hã?

Goaz se virou para o seu assistente e pediu um relatório. Apesar de seu ajudante parecer um pouco abalado, foi capaz de guinchar uma resposta:

— Parece que a frota deles é realmente bem treinada. Até mesmo a qualidade de seus equipamentos não é muito ruim.

Goaz bateu suas mãos contra o descanso de sua cadeira.

Eles não podiam compreender a situação do inimigo por causa dos sinais de interferência, mas aparentemente a frota que eles haviam atacado já havia recuperado sua formação e aguardava por eles.

— Não quero admitir, mas acho que foi isso o que aconteceu.

Eles ainda os superavam numericamente, todavia.

Piratas também começaram a atacar, e os dois grupos mutuamente trocavam fogo.

A vanguarda inimiga lutava ferozmente.

Porém, mesmo assim, nenhum de seus ataques se aproximava da nave de Goaz.

Eles tinham naves escolta focadas em defesa protegendo seus arredores, então ele não tinha medo nenhum de um ataque inimigo.

— Façam mais pressão! Nós temos a vantagem numérica, então os pressione com isso!

Eles estavam oferecendo uma resistência pequena, porém feroz.

Goaz via apenas como algo nesse nível.

Na realidade, a distância da frota Banfield estava sendo reduzida.

Eles já podiam prever as próximas ações do inimigo.

— Se fosse o exército privado de qualquer aristocrata normal, então pelo menos um deles tentaria desertar.

Se uma nave fugir, então uma reação em cadeia de deserção ocorrerá e a frota entrará em colapso.

Já que era mais fácil perseguir inimigos em fuga, o assistente esperava que isso fosse ocorrer.

— Há sempre uma fração que não foge, podemos brincar com esses como quisermos.

— Entendido, Chefe.

As naves ingenuamente treinadas de nobrezas menores estavam fadadas a fugirem de uma batalha desvantajosa.

Porque eles careciam de disciplina.

As forças da Casa Banfield apenas pareciam estar lutando juntas.

O assalto pirata continuava.

Mas enquanto a batalha progredia, os dois notaram que algo estava errado enquanto se aproximavam.

Goaz se levantou de sua cadeira

— …… O quê?

Exibida no monitor, estava a frota inimiga ainda lutando em força total.

O que ele via era uma frota inimiga que não havia desmoronado — nenhum deles havia fugido.

Por alguma razão, eles ainda não haviam perdido a vontade de lutar.

O assistente também estava surpreso.

— Eles não fugiram ainda? Não, eles até se aproximaram mais!

Goaz berrou ao seu assistente impressionado:

— Envie os Cavaleiros móveis! Quebrem a formação deles!

A distância foi reduzida ao ponto em que armas humanóides podiam participar em batalha.

Como se para ridicularizar sua ordem, o inimigo já estava despachando cavaleiros para atacar sua vanguarda.

— Você é só um pivetinho magricela, não fique cheio de si. Eu vou te pegar e te transformar no meu brinquedo.

Goaz sentia-se frustrado com Liam pela primeira vez nesta batalha.

◇ ◇ ◇

Na ponte, oficiais posicionados perto do comandante transmitiam instruções um após o outro.

Funcionários também davam ordens após confirmar a atual situação da batalha.

De qualquer modo, as coisas estavam bem ocupadas.

Um soldado, o homem que anteriormente estava perto de Liam se virou para a cadeira agora vazia.

— Ele realmente se mobilizou.

…… Isso o confundia.

Ele foi delegado à nave almirante para ser o assistente de Liam, mas ele havia dito que iria se juntar a batalha em seu Cavaleiro móvel.

Ele ordenou o comandante a avançar, e partiu para se juntar ao campo de batalha.

Como tal, agora o comandante e os membros circundantes estavam em pânico.

— Envie alguns cavaleiros imediatamente! Não deixe ninguém ferir o Senhor!

— Os cavaleiros de escolta ainda estão sendo preparados para o lançamento!

— O que infernos eles estão fazendo!?

A ponte estava em um estado de desordem por causa de Liam.

Os soldados levantaram os olhos ao monitor e captaram a visão de Ávido que se projetava lá.

— Aquilo é um Cavaleiro?

As existências especiais conhecidas como “Cavaleiros” eram diferentes dos oficiais militares comuns.

Em termos leigos, eles tinham capacidades quase sobre-humanas.

Cavaleiros eram o resultado de muitos anos de fortalecimento físico e mental de cápsulas de educação desde tenra idade, que soldados em geral não tinham acesso.

Até mesmo movimentos básicos seriam diferentes se os dois pilotassem a mesma máquina.

Se lutassem, seria impossível um soldados normal compensar pela diferença em habilidade e vencer.

Projetado no monitor, Ávido empunhava uma bazuca em sua mão esquerda e uma espada em sua direita.

Após cortar um cavaleiro pirata que se aproximara com sua espada, ele prosseguiu a destruir uma nave pirata com sua bazuca.

Após jogar a bazuca fora, Ávido estendeu seu braço em um círculo mágico que se manifestara próximo e puxou uma nova arma.

Isso era magia espacial, onde uma enorme quantidade de armas havia sido pré-armazenadas.

Armas eram retiradas e usadas uma após a outra enquanto ele corria desenfreado.

A voz de Liam podia ser ouvida em meio ao ruído.

— AHAHAHAHAHA!!! Apenas tentem me parar!

O soldado esfregou o suor frio que caía por sua bochecha enquanto assistia a figura de Liam cortando inimigos e afundando naves piratas sem hesitação.

— Mas… que tipo de vida ele viveu?

Liam, que ainda não tivera sua cerimônia de maioridade, ainda era apenas uma criança na percepção deste universo.

Tal criança estava enfrentando piratas com alegria.

O comandante que ouviu isso se aproximou do soldado.

— Ele te assusta?

— C-comandante, por favor perdoe minhas palavras!

O comandante se sentou em sua cadeira dizendo um “Não se incomode” ao soldado que havia de repente retesado suas costas, rígido.

— … Se ele não houvesse nascido um nobre, ele teria sido uma criança comum?

— O que quer dizer?

O comandante suspirou:

— Quando ele tinha apenas cinco anos, foi abandonado pelos pais e forçado a governar um território na fronteira que estava na beira do colapso. Após muitas lutas, ele de algum jeito conseguiu desenvolver a terra devastada só para ser forçado a batalhar contra piratas para protegê-la. Eu realmente quero ver como ele vai se desenvolver no futuro.

O comandante começou a resmungar: — Eu quero que meus filhos também sirvam esse Senhor.

Muitos ex-soldados imperiais foram forçados para o território do Liam.

Muitos deles eram pessoas inflexíveis e teimosas.

Pessoas sérias demais foram relegadas para lá.

Pessoas virtuosas demais foram relegadas para lá.

Pessoas que recusaram subornos foram relegados para lá.

Simplificando, havia muitos tipos de pessoas sérias ali reunidas.

A razão era por conta do guia querer reunir pessoas que se oporiam ao Liam, que almejava ser um Senhor maligno no futuro.

Da perspectiva de tais indivíduos, o Senhor chamado Liam era…

— Após ter sido expulso do exército, eu estava lamentando minha vida, mas olhando para as coisas agora, não achei que seria capaz de encontrar um Senhor digno de servir neste lugar.

Os soldados em volta concordavam.

— Sim, ele é de fato um governante virtuoso.

A figura de um Senhor que se punha nas linhas de frente e lutava.

Para os soldados atrás dele, era uma visão realmente inspiradora de se olhar.

Era ineficiente o líder encabeçar a investida em batalha.

Entretanto, isso elevava a moral e incutia a ideia que “desde que sigamos essa pessoa, poderemos vencer”.

Liam havia mostrado a eles essa forma sem nem mesmo perceber.


Tradução: Batata Yacon   |   Revisão: Delongas


Ei, se estiverem gostando do projeto e desejarem ajudar um pouco, vocês podem fazer isso acessando o link abaixo, solucionando o Captcha e aguardando dez segundos para ir à nossa página de agradecimentos.

Podem acessar por aqui.


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5 ideias sobre “LoMa – Volume 1 – Capítulo 9

  1. Thiago Morgado

    Enquanto isso o guia deve estar morrendo de raiva kkkk
    Elder esta dando um problema com essa aplicativo de comentários. Eu preciso ficar logando e deslogando para poder comentar

    Curtido por 1 pessoa

    Resposta
    1. Batata Yacon Autor do post

      Você pode estar com cookies desativados, aí não está salvando quando vc loga. Testei com o os aparelhos daqui e estava funcionando.

      Curtir

      Resposta
    2. Fernando Carrijo

      Pois é kkkkkkkk o cara deve ter qse vomitando de tanto nojo. E eu tbm estou com o msm problema de ficar deslogando e logando para poder comentar

      Curtido por 1 pessoa

      Resposta

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