LoMa – Volume 1 – Capítulo 2

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O Mordomo e o Espadachim

 

Brian, que era um mordomo para a Família Banfield, lamentava em seu coração enquanto olhava a mansão.

A mansão que o antigo Conde Banfield renovara é muito única e excêntrica, falando de forma conservadora.

Falando sem reservas, era de mau gosto.

Sempre que visitantes chegassem, seus rostos se contraíam e eles evitariam tópicos que tivessem ligação com a mansão.

Havia muitos deles que tinham dificuldades em conter suas risadas.

Os corredores davam voltas ineficientemente, quase como um labirinto.

Não era incomum que novatos se perdessem.

Enquanto Brian caminha pelo corredor, pôde ouvir alguns servos batendo papo em vozes abafadas.

Elas vinham respectivamente de um jovem rapaz e mulher.

O jovem rapaz na verdade era o jardineiro, mas parecia que ele havia deixado seu trabalho para uma máquina hoje.

Ele conversava com uma empregada incomum cujo uniforme incluía uma minissaia ao invés de uma normal.

— Não está tudo bem?

— Mas se formos descobertos, arrumaremos muitos problemas.

— Está tudo bem, tem alguns quartos que não são mais usados pra onde podemos ir.

O homem agarrou os ombros da empregada e a puxou para outro lugar.

Mesmo se Brian topasse com eles, não os cumprimentaria.

Ao contratar esses empregados, suas aparências haviam tomado precedência sobre as habilidades necessárias e caráter para seus trabalhos.

Brian lamentava:

— Para as coisas caírem tanto assim…

As coisas eram diferentes no passado.

Quando Brian começou a servir a família Banfield, a casa era organizada e os servos eram sérios.

Tudo isso fora porque o avô de Liam havia destruído o território.

Ele havia oprimido as pessoas, e as finanças da Casa foram mal alocadas.

Quando a dívida cresceu, ele empurrou tudo para seu filho Cliff e fugiu para a capital imperial.

Esses pensamentos deprimiam Brian, enquanto ele pensava sobre a antiga glória da Casa de Condes.

Esfriando a cabeça, ele esticou sua coluna e se aproximou da porta do escritório.

Ele hesitantemente tocou o dispositivo eletrônico montado na parede.

— Meu Senhor? É o Brian.

Uma voz saiu do dispositivo em resposta:

— … Pode entrar.

Era uma voz irritada que não combinava com sua entoação jovem.

Enquanto a porta se abria e Brian entrava no escritório, ele pôde ver Liam, que tinha Amagi ao seu lado enquanto trabalhava.

A mesa era feita para um homem completamente adulto, mas a cadeira fora construída para uma criança.

O semblante de Liam mostrava um garoto que estava fazendo o seu melhor para conter suas reclamações.

Ao lado de Liam, Amagi atuava como sua secretária enquanto o apoiava.

— Meu senhor, posso trazer algo para você?

Quando Liam se levantou de sua cadeira, juntou suas mãos atrás de suas costas.

Apesar de sua tenra idade, parecia que ele já estava realizando um trabalho esplêndido.

— … Brian, eu nunca deixei a casa antes, sabia disso?

— Ah, sim. Até mesmo os exercícios de reabilitação que fizemos você realizar alguns dias atrás foram feitos dentro da mansão.

Não havia necessidade de sair.

Ele estava esperando que Liam não notasse.

O que ele pensaria quando percebesse que a casa onde mora é construída com tamanho mau gosto?

— Não acha que essa casa é horrível demais?

Brian queria concordar, mas como um mordomo que servia a família, ele não podia falar mal dos gostos dos antecessores.

— Acredito que seja uma construção muito criativa.

— Não seja condescendente comigo!

Liam exclamou furiosamente enquanto batia o pé no chão com seu pequeno corpo.

Ele lançou um olhar para Amagi, onde ela assentiu antes de mostrar uma projeção das várias renovações e edifícios criados tanto pela geração de Cliff quanto de seu avô.

Casas, vilas e muitos edifícios se projetavam em volta de Brian.

Irrefutavelmente, era uma visão horrível.

— Eles são estúpidos? Eles são ESTÚPIDOS?! Por que construiriam tudo isso com formas tão estranhas!? Eles só estão fazendo os edifícios serem mais difíceis de se morar!

Todas eram mansões ruins.

Algumas foram dadas a parentes.

Entretanto, não havia nenhum parente que soubesse sobre a situação financeira da Casa Banfield porque todos já haviam fugido para a capital imperial.

O fato de que Liam tinha apenas cinco anos de idade, e ainda assim era o Senhor do território também não era problema nenhum, já que nenhum de seus parentes se opusera.

… Porque não havia tais parentes vivendo no território em primeiro lugar.

Quanto aos cavaleiros, muitos de seus sucessores haviam partido para servir outras casas, ou haviam abandonado o território completamente com a última geração.

Eram as pessoas deixadas para trás que administravam o território agora.

O exército também era mais uma milícia mantida pela população.

Se Liam não tivesse vassalo nenhum em sua volta, então não podia confiar ou delegar deveres para eles.

(Nós temos muito trabalho árduo à nossa frente. Fugindo para a cidade, e forçando todos os seus problemas para uma criança… se isso ainda fosse a era do Senhor Alistair, de jeito nenhum isso teria acontecido.)

Liam deu uma declaração diante de Brian:

— Derrube todas, esta mansão também. Eu prepararei uma residência adequada para mim.

Brian começou a entrar em pânico.

— E-espere, onde você planeja viver enquanto isso, então?

Liam pareceu um pouco triste.

— Isso realmente não importa, qualquer lugar serve.

Amagi deu seguimento perfeitamente logo quando Brian estava se sentindo conturbado.

— Mestre, por favor seja paciente e espere até que preparemos uma nova residência primeiro.

— Por que deveria!?

— Se vamos realmente demolir todas, devemos fazer isso aos poucos para reduzir os custos de manutenção, e enquanto isso prepararemos uma casa adequada para você, Mestre. Até lá, por que não primeiro construímos uma casa pequena com o mínimo das necessidades necessárias. O que acha?

Preparar uma casa minimalista antes de construir uma residência luxuosa.

Brian não pôde deixar de relaxar com essa proposta.

(É melhor do que carregar outra nova dívida? Ainda não haveriam déficits dos custos de desmantelamento?)

Liam parou para pensar por um tempo, antes de aceitar o plano de Amagi.

— Verdade, eu deveria construir minha casa cuidadosamente e com calma. Levando isso em consideração, nós temos dinheiro o bastante de sobra?

Amagi então começou a falar sobre seus planos futuros.

— Estamos um pouco apertados, então recomendo que reorganizemos as forças militares na base principal…

— Reorganizar o exército?

Senhores e nobres tinham permissão de possuir seus próprios exércitos pessoais.

Liam havia apenas começado a trabalhar recentemente e não estava familiarizado com o território.

Amagi então apresentou os dados para a admiração de Liam.

— Temos trinta mil espaçonaves de batalha?

Amagi olhou para os dados:

— Temos, mas a taxa de ocupação para elas é de menos de vinte por cento.

Das trinta mil naves, não há mais de seis mil em serviço ativo.

Além disso, são todas de modelos antigos e desatualizados. Elas não são nada mais que trinta mil tigres de papel machê, elas parecem assustadoras, mas isso é tudo.

— Você pode deixar as coisas assim, mas apenas precisamos de um mínimo de três mil naves, então vamos cortar os fundos militares. Nossos gastos de manutenção serão reduzidos por várias magnitudes se fizermos isso.

— É o bastante para o território? Eu sou o governante de uma galáxia inteira, sabe?

Quando se pensa sobre coisas em uma escala galática, uma força de trinta mil sequer seria o bastante?

Brian sabia a resposta para essa pergunta.

Era algo difícil de dizer:

— Meu Senhor, nós certamente temos os direitos administrativos de uma galáxia inteira, mas mal podemos administrar este único país e seus recursos. Nós simplesmente não temos pessoal o bastante.

— Entendido, então assumiremos uma política de desarmamento por enquanto.

Apesar de o território sob seu domínio ser amplo, havia apenas algumas localizações que realmente eram administradas por ele.

— Agora, comecemos com a reestruturação imediatamente, parece que temos alguma esperança de obter um orçamento.

— Pare de de fazer essa cara.

Após lhe ser dito isso, Brian não pôde deixar de se agitar um pouco.

Era bastante preocupante que Liam parecia facilmente aceitar as opiniões de uma I.A.

— Por favor espere um momento! Meu Senhor, é comum no império ter pelo menos uma força equivalente a dez mil naves! Se quebrarmos as forças militares tanto assim, poderemos ser invadidos pelos nossos senhores vizinhos! Essa é uma empreitada muito perigosa!

Liam pareceu perturbado, então Amagi também deu sua opinião:

— As forças militares deles também são muito antigas, então os senhores vizinhos apenas têm suas frotas para exibição. Bem, posso imaginar que eles comecem a atacar se começarmos a nos reforçar com novas armas do Império.

Um décimos de nossas forças atuais eram o bastante.

Mas ainda era verdade que os senhores vizinhos eram perigosos, então era uma aposta.

Essa opinião precisava ser ouvida.

Mesmo sem os senhores, havia ainda muitos indivíduos perigosos no universo.

Tais como piratas espaciais.

— Meu senhor, é importante ter uma frota! Por favor, reconsidere!

Mas Liam rejeitou o apelo:

— Não preciso de tigres de papel machê, o que preciso é de um exército que realmente pode lutar. Amagi, prosseguiremos com a reorganização.

Amagi então descreveu os planos futuros em detalhes.

— Faremos nosso melhor para reeducar e retreinar nossas forças atuais. Depois disso, recomendo que lentamente elevemos e ampliemos nossas forças militares de acordo com nossa situação financeira.

Liam pareceu satisfeito com esse plano.

— Termine isso rápido.

… Brian não pôde deixar de pensar:

(A determinação dessa criança… me lembra do Conde que uma vez admirei.)

O bisavô de Liam, Alistair, era um nobre respeitável.

Brian não pôde deixar de sobrepor aquela imagem sobre Liam.

Seu único negativo era como ele parecia ter uma fraqueza à sua androide.

◇ ◇ ◇

… isso, é uma merda.

Após eu sair da cápsula, tive que passar por um pouco de terapia física e tutoria por algum tempo, mas quando comecei a trabalhar fui aturdido pela situação atual do território.

— Não há nada para extorquir deles! Eles não foram espremidos até a popa!

Este é um universo onde ciência e magia deveriam ter se desenvolvido igualmente.

Ainda assim, as vidas das pessoas vivendo no meu território pareciam piores do que a daqueles vivendo no japão moderno da minha vida passada.

Este era um Império intergalático.

Mesmo que estejamos vivendo em uma era onde espaçonaves de batalha avançam à guerra disparando raios laser épicos e semelhantes, parecia que meu território havia sido deixado para trás pelo tempo.

Se as coisas continuassem assim, seria impossível eu oprimir a população mais do que já foram.

Em primeiro lugar, este era o território da Casa Banfield, então por que era tão desolado?

— Como é que ninguém tentou desenvolver o território?

Amagi rapidamente providenciou uma resposta para as minhas reclamações.

— Mesmo que não se faça nada, irá se desenvolver. Como o nobre que os governa, o caminho mais fácil seria apenas deixá-los crescerem do jeito que querem. Tentar desenvolver a área por conta própria é uma coisa muito difícil de se fazer e administrar.

— Não consegue fazer nada a respeito disso como uma IA?

— Mestre, existe limite para o que posso fazer sozinha. Pelo menos, estarei aqui para auxiliá-lo sempre que possível.

Meus antecessores espremeram eles até a polpa e tomaram tudo o que podiam sem deixar recursos o suficiente para a população se sustentar e crescer o território por conta própria.

Parece que eles pensavam que estaria tudo bem desde que jogassem alguns deles em cápsulas de aprendizado se quisessem conhecimento, enquanto jogavam a mão de obra para aqueles que ficassem em silêncio.

As pessoas oprimidas que simplesmente foram ensinadas à força uma magnitude de coisas, a maioria das quais sendo conhecimentos que eles nem mesmo poderiam colocar em prática.

Não havia lugar nenhum para eu poder mexer.

Como um Senhor Maligno, eu já estava em uma crise!

— Isso… meus pais simplesmente me forçaram o território arruinado que não puderam salvar sozinhos?

O guia mentiu para mim?

Não pode ser. Sacudi minha cabeça em negação enquanto Amagi falava comigo suavemente:

— Mestre, o território da Família Banfield definitivamente está em uma situação ruim, mas não podemos ir para lugar nenhum senão para cima daqui. Se administrar os impostos e o território corretamente, provavelmente poderemos começar a nos recuperar daqui a dez ou vinte anos.

Pessoas viviam vidas longas nesta era.

Neste universo, você se tornava um adulto aos cinquenta anos.

Porém, mesmo aos cinquenta anos, o assustador era que você ainda poderia ter a aparência de alguém da minha vida passada em sua adolescência.

Tendo dito isso, vinte anos não eram realmente muito tempo em comparação ao meu tempo de vida.

— … Levará apenas vinte anos?

— Sim, em vinte anos o território se recuperará.

Se a Amagi diz então deve ser verdade.

Mesmo que eu queira oprimi-los, não terá sentido nenhum se as pessoas não tiverem nada para que eu tome em primeiro lugar.

Além do mais, meu corpo ainda é jovem

Tenho bastante tempo para aprender os truques e realizar alguns investimentos.

Não há problema nenhum desde que eu possa coletar os lucros depois.

— Se não temos o orçamento necessário no momento, então vamos simplesmente investir tudo. Eu colherei os lucros deles eventualmente. De qualquer jeito, Amagi, eu quero poder.

— Você quer aumentar suas forças? Se for sobre arm…

— Não, estou falando sobre poder individual. Meu próprio poder pessoal.

— Você quer treinar seu corpo?

— Sim, eu quero ser forte. Artes marciais ou qualquer coisa assim serve.

Eu já sofri bastante por simples violência.

Sempre que os cobradores vinham coletar as dívidas, eu não podia deixar de tremer de medo.

Mesmo acreditando que violência é algo insignificante, tenho que reconhecer que poder era algo necessário em certas situações.

Para ser capaz de pisar nos outros, eu precisava de força.

Eu queria ter o poder para não ter medo dos outros.

Eu queria estar pronto caso as coisas ficassem violentas.

Eu queria ser forte por essa razão.

— Mestre, eu não acredito que seja necessário, mas se é o seu desejo, então posso reunir os materiais mínimos necessários.

— Rejeitado, reúna para mim os melhores professores que puder encontrar.

A fim de nunca mais ter qualquer coisa roubada de mim.

Eu queria poder — o poder para roubar tudo deles primeiro.

◇ ◇ ◇

O guia estava parado lá em um espaço negro.

Ele havia abaixado sua maleta de viagem e estava rindo enquanto assistia um vídeo.

O vídeo mostrado era aquele da mulher com a qual Liam uma vez havia se casado em sua vida anterior. Apenas alguns anos haviam se passado, e mesmo assim ela havia ficado tão acabada.

— Você passou por muita coisa, não foi? Você está uma completa bagunça, e seu cabelo está imundo.

Ele congelou o vídeo na imagem dela junto de sua filha e duas novas crianças.

O guia olhava para a imagem da ex-esposa com alegria.

Por toda sua volta havia imagens de pessoas que estavam tão miseráveis quanto.

— Ops, me distraí por tempo demais, não posso me esquecer dele agora. Vejamos, qual é a situação?

Ele ergueu sua cabeça.

Lá estava o reencarnado — Liam —, que agora tinha sete anos de idade e conversava com uma androide.

Ele estava rindo.

— É incrível como algo que parece tão viva é na verdade apenas uma boneca manufaturada. Além disso, ele nem mesmo realizou que ao mantê-la por perto está comprometendo seu status social. Agora isso tem potencial, que divertido.

Mesmo ele tendo o colocado em um ambiente tão horrível, seu ânimo ainda estava elevado.

No vídeo, Liam havia de repente declarado que desejava poder.

Humanos que foram tratados com violência no passado, e mesmo assim queriam esse mesmo poder em suas vidas seguintes — o guia amava pessoas assim.

— Eu quero poder para garantir que nunca perderei nada importante para mim de novo! Pode ser um caminho longo e difícil para a mudança, mas tudo bem!

O guia se estendeu e tocou a imagem.

Fumaça negra começou a emanar de seu corpo e a penetrar a imagem.

— Eu lhe darei este pequeno presente. É meu lema sempre ter um serviço pós-venda completo!

O pessoal necessário estava pronto.

Ele procurou pelo homem que se tornaria o professor de Liam e realizou uma conexão à força.

O homem seria o mestre de artes marciais de Liam de qualquer jeito, então…

— Espero que se divirta, Liam. Me certificarei de estar lá para te pegar quando tudo desmoronar.

O guia então continuou a assistir Liam com seu sorriso crescente.

◇ ◇ ◇

O porto da Casa Banfield.

Um homem havia chegado lá.

Vestindo um quimono.

Ele também vestia um hakama, então sua aparência era similar àquela de um samurai… não, um ronin.

Havia uma espada pendurada em sua cintura.

— Já faz um tempo desde que estive na fronteira.

O nome do homem era Yasushi.

Ele parecia um pouco vulgar, mas era o homem que viera ensinar artes marciais para Liam.

Originalmente, o mestre de artes marciais que Amagi requisitara era outro homem.

Entretanto, devido à má reputação cercando a Família Banfield, o mestre recusou o pedido.

E o passou para Yasushi ao invés disso.

“Aceite este pedido no meu lugar.”

Yasushi tinha uma dívida com o mestre, então aceitou — apesar de relutante.

O mestre nomeou Yasushi para ir em seu lugar, e por sua vez, isso decidiu quem seria o professor de Liam.

Entretanto… Yasushi tinha um segredo.

Apesar de ser verdade que ele havia aprendido artes marciais, ele não praticou nenhuma delas por muito tempo antes de parar.

Ele era o tipo de mentiroso que diria ter dominado artes marciais, e então mostrar uns truques por aplausos enquanto ganhava algum dinheiro rápido.

— Fui informado que o meu cliente é só um pirralho, então isso deve ser fácil o bastante. Mesmo assim, é uma pena que ele tenha acabado comigo como professor.

Ele iria ser seu professor, então ensinaria pelo menos o básico.

Entretanto, técnicas secretas e semelhantes seria algo impossível.

Se ele for apenas algum pirralho mimado, então vai se cansar disso logo. Embora seria bom ter uma criança mais comportada para ele poder mandar.

— Mesmo assim, para ele pedir por um mestre de katana… ele provavelmente é alguém estranho.

Espadas eram usadas nesta era, mas não eram mais tão proeminentes.

Elas ainda tinham uma certa popularidade, claro, mas mesmo assim a maioria escolheria um estilo de espada mais “ocidental” ao invés disso.

Yasushi havia seguido o caminho da espada por um longo tempo pessoalmente.

— Agora, me pergunto quanto dinheiro serei capaz de espremer desse moleque…

De qualquer jeito, resumindo, esse homem era um farsante.

O homem que havia enganado outros com truques foi escolhido pela malícia do guia para tornar-se mestre do Liam.


Escrito por Mishima Yomu/Wai (三嶋 与夢)


Tradução: Batata Yacon   |   Revisão: Delongas


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10 ideias sobre “LoMa – Volume 1 – Capítulo 2

  1. Alex

    Véy quantos anos será que uma pessoa normal vivi nesse universo, tipo o Brian serviu a 3 gerações da família Banfield e ainda tem uma aparência jovem ou foi uma impressão minha??

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  2. Fernando Carrijo

    mano essa novel so fica melhor o prota tentando oprimir outras pessoas sendo que n tem mais nada pra oprimir enquanto o guia quer fazer a vida dele um inferno kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Curtido por 1 pessoa

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