LoMa – Volume 1 – Capítulo 12

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Escrito por Mishima Yomu/Wai (三嶋 与夢)
Traduzido Originalmente ao Inglês por Kuroinfinity


Princesa Cavaleira

 

— Não quero.

Olhei para Goaz, cuja pele tinha sido tingida de preto, e pude sentir os cantos da minha boca se elevando em um sorriso.

A vista de um homem enorme ajoelhado e tremendo diante de mim era algo realmente cômico.

Seu rosto era rugoso.

Ele era o tipo de pessoa que treinava seus músculos em vão, o exato tipo de pessoa que eu odiava.

Pessoas como ele foram a praga da minha vida passada.

Ele me lembrava dos coletores de dívida da minha vida antiga.

— Por favor me perdoe! Eu faço qualquer coisa!

Os homem em minha volta tinham suas armas de prontidão enquanto carregavam os cadáveres.

Seus olhos sobre Goaz pareciam emitir gelo de tão frios.

Essa era exatamente a razão de eu não poder perdoar Goaz.

Uma das razões sendo ele ser o tipo de pessoa que eu odeio, com a segunda sendo que ele parecia interpretar mal a situação.

— Você não está entendendo algo errado? Está dizendo que me dará todos os seus tesouros, mas todos os seus tesouros já são meus. A única coisa de valor que você ainda tem a me oferecer é a recompensa que o império colocou sobre sua cabeça.

Os olhos de Goaz se alargaram em surpresa.

— Por favor espere! Se me deixar viver, ainda posso ser útil para você! Eu posso ter perdido, mas você viu minha força! Sem braços ou pernas não há chance nenhuma de eu te trair algum dia! Então me poupe, eu imploro! Eu até tenho tesouros valendo muito mais que a minha recompensa em outros lugares que posso oferecer, então por favor! Tenha misericórdia!

Ele começou a balbuciar aleatoriamente.

O que ele estava dizendo podia ser verdade, mas não era razão o bastante para poupá-lo.

— Oh? Você ainda tem alguns segredos sobrando? Tenho certeza que estará disposto a me contar no caminho até o império, nós temos várias câmaras de tortura divertidas reservadas para você.

— Não fode comigo seu pirralho de meeeeerda…

Talvez houvesse desistido de falar comigo, mas Goaz saltou para mim do melhor jeito que podia com apenas um pé.

Havia fumaça negra emanando de seu corpo.

Em resposta a tal, apontei minha espada para Goaz, e…

— Calado.

… o cortei ao ponto onde ele mal estava vivo, até removi sua última perna.

Após escorregar no chão, Goaz tinha o olhar idiota de alguém que não conseguia compreender o que acabara de acontecer. Levou algum tempo, mas após entender a situação, ele começou a chorar enquanto implorava por sua vida.

— Socorro! Por favor! Qualquer um! Por favor me ajude!

Alegremente olhei para minha nova espada, era muito melhor do que jamais poderia ter imaginado.

Foi então que meus homens me perguntaram:

— Senhor Liam, vossa excelência pretende capturá-lo vivo?

— Algum problema com isso?

— N-não, é só que ele matou muitos dos nossos homens.

Entendo, eu definitivamente não podia mostrar misericórdia nenhuma para escória.

— Se eu matá-lo, a recompensa total irá cair? Geralmente não é melhor levá-los vivos?

Lembro de ouvir que era assim que as coisas funcionavam.

Mas aparentemente era diferente para Goaz:

— Não, não há problemas caso criminosos particularmente atrozes sejam levados vivos ou mortos. Goaz é um desses, as recompensas devem ser pagas desde que você tenha evidência de tê-lo matado.

Fiquei bastante embaraçado por ter minha falta de senso comum apontada novamente:

— Oh, então também havia algo assim, huh?

Goaz ainda estava chorando quando olhei para ele de novo.

A visão disso me trouxe memórias da minha vida anterior — quem diabos disse que havia espaço para humanidade mesmo na coleta de dívidas? Por causa de bastardos como ele, eu fui sugado até os ossos e forçado a viver na pobreza.

Eles não tinham espaço absolutamente nenhum para misericórdia.

Fui forçado a dizer a eles que já tinha investido tudo em seguro de vida.

E não importava o quanto eu chorasse, ninguém me salvou.

Eu trabalhei desesperadamente só para poder viver o dia seguinte.

Por que esse mundo era tão irracional?

Tendo dito isso, mas e agora?

Agora eu estava na posição de privador.

E um criminoso hediondo como Goaz não seria uma das melhores pessoas para se tomar?

— Por favor, tenha misericórdia. Eu lhe direi tudo, então por fav…

— Não, você me irrita.

Após decepar sua cabeça para calar sua boca, fiquei surpreso com o que aconteceu com o corpo de Goaz.

Sua pele negra lentamente reverteu de volta a um tom de pele normal.

Ela tornou-se um tom como de trigo levemente queimado ao sol.

— Huh, ele voltou ao normal. Isso significa que ele não era um humano remodelado?

Não importava como eu visse o corpo, não parecia haver forma nenhuma de alterações cibernéticas.

Então aquela pele negra era apenas algum tipo de habilidade que ele tinha… este universo realmente tem muitos mistérios.

Peguei a cabeça de Goaz.

— Isso serve como evidência?

— S-sim!

Meus subordinados imediatamente responderam enquanto traziam ferramentas para primeiros socorros.

Pelos relatórios que haviam começado a chegar, parecia que havíamos tomado a espaçonave quase que completamente.

Um dos meus subordinados então trouxe algumas notícias interessantes:

— Senhor Liam, capturamos um de seus oficiais e aparentemente… eles têm algumas pessoas aprisionadas aqui.

◇ ◇ ◇

Um dos piratas capturados nos levou a uma sala construída perto dos aposentos privados de Goaz.

Pensei que essa nave pirata havia sido muito bem construída, mas acabou que era na verdade uma nave de batalha tomada de outra nação estelar.

À parte disso, era bastante divertido “exagerar” no meu abuso contra nosso cativo.

Chutei o pirata que me guiava por trás.

— Anda logo!

— C-como desejar.

O homem era um dos ajudantes próximos de Goaz, alguém com a posição de “oficial adestrador”.

Ele era baixo, gordo, e seus membros eram finos.

Em conclusão, um homenzinho repugnante.

Aparentemente, ele fora delegado a essa posição por causa de certas habilidades especializadas e conhecimento que possuía.

Após ser guiado à sala próxima dos aposentos do capitão, meus homens entraram primeiro.

O oficial adestrador estava tentando dizer algo:

— Ah, por favor tente ao máximo não tocar no equipamento, elas são ferramentas muito importantes do ofício.

— Ferramentas do ofício?

Estão usando ferramentas para criar animais? Em uma nave de batalha?

Algo parecia errado nisso…

— Ei, você!

— Sim?

— Você estava criando um cachorro nesta nave?

Talvez pensando que eu estivesse me interessando em seu trabalho, o homem começou a sorrir.

— Eu amo senhores que entendem minha profissão. Então gosta de cachorros? Eu posso modificar qualquer animal do exato modo que desejar, meu Senhor. Quer que eu crie um cachorro obediente para você?

Mas de que merda esse homem está falando?

Enquanto ponderava o quão estranho esse homem era, vários dos meus subordinados praticamente pularam para fora da sala.

Alguns deles até mesmo removeram seus capacetes e começaram a vomitar.

Um dos membros da minha escolta começou a criticá-los.

— M-mas o que vocês acham que estão fazendo na frente do Senhor Liam?!

Os soldados completamente treinados tinham rostos pálidos, mas o que foi que eles viram lá?

Enquanto outro dos soldados caminhava para fora da porta, ele reportou a mim sombriamente.

— Senhor Liam, recomendo que não entre na sala.

Não havia força nenhuma em sua voz.

— Não venha com condescendência. O que aconteceu lá?

Surpreendentemente, foi o criador repugnante quem respondeu à minha questão ao invés dos meus hesitantes subordinados:

— Esse é o meu laboratório. Dentro, eu geralmente era encarregado de ajudar nos passatempos do Chefe… er, de Goaz. Tenho certeza que meu Senhor entenderia o verdadeiro valor do que está lá.

Os homens que haviam retirado seus capacetes encaravam penetrantemente o oficial adestrador.

— Você é o diabo!

Diante das palavras dos meus subordinados, o oficial adestrador começou a sorrir.

— … explicação, imediatamente.

Com minha ordem, o oficial adestrador começou a falar sobre seu trabalho.

E graças a isso — com uma sensação de nojo crescendo dentro de mim — atirei na cabeça do criador com minha pistola.

Como pensei, todos os ladrões são malignos.

Não tinha como ser mais simples que isso.

◇ ◇ ◇

Dentro da sala escura, ferramentas macabras penduravam das paredes.

Mas aquilo do qual todos ali estavam assustados era da mesa de operação colocada no centro de tudo.

Essa sala era chamada de “sala de procriação” entre os piratas.

Era um lugar profano onde a culminação dos experimentos do repugnante oficial adestrador e dos passatempos de Goaz haviam sido combinados.

Aqueles mantidos nesta sala eram pessoas que uma vez foram consideradas “belas”.

Goaz tinha o passatempo de corromper aquilo belo até se tornar feio.

Por sinal, ele também gostava da prática de tortura.

Por outro lado, o oficial adestrador estava mais interessado na modificação do corpo humano. A aparência repulsiva de antigas beldades era o resultado da união entre essas duas pessoas e seus passatempos.

Entre elas, havia uma mulher em particular que havia sido tratada de modo particularmente horrível.

Seu nome era [Christiana Leta Roseblaire] — uma garota que uma vez fora uma bela cavaleira.

Em um pequeno país afastado do Império, ela nascera na família real e era amada por todos como a “Princesa Cavaleira”.

Ela fora capturada viva durante um ataque de Goaz em seu território, e tornou-se seu brinquedo favorito.

Todos trazidos a esta sala eram pessoas que tinham uma posição especial em suas respectivas sociedades.

Eram pessoas que tinham sido afligidas pelos passatempos distorcidos de Goaz.

Christiana — Tia — agora muito mal era mais que um pedaço de carne que não tinha um único vestígio físico de seu eu passado.

Ela estava ciente dos acontecimentos estranhos ocorrendo na nave, então não ficou surpresa quando uma força armada desconhecida entrou na sala.

Os soldados que entraram começaram a vomitar ao vê-la.

Alguns deles até mesmo tremiam.

Tia começou a falar com o soldado mais próximo:

— … o que aconteceu com Goaz?

A voz da antiga beldade agora era repugnante e nauseante aos ouvidos.

Um dos ombros tremeu em surpresa e levantou sua arma.

“-?!”

— Não fique assustado. Eu posso ter esta aparência, mas não sou uma inimiga. Pergunto-lhe novamente, o que aconteceu com Goaz?

Enquanto aceitava a resposta do soldado como sendo apenas o natural, um tiro pôde ser ouvido do outro lado da porta.

Seus colegas na sala sentiram alívio com esse som.

Isso significava… que finalmente poderiam morrer.

Um cavaleiro entrou na sala logo depois.

Jovem e pequeno.

Era um garotinho suspeito que carregava uma espada de tamanho adulto.

Julgando pela resposta dos soldados, Tia podia dizer que o garoto era o superior deles.

— O que aconteceu com Goaz?

O garoto pareceu um pouco surpreso com a pergunta, mas respondeu imediatamente.

— Matei ele.

— …… é mesmo?

Na sala, seus colegas começaram a gemer.

Expressavam regojizo, gratidão, e lágrimas de felicidade — tal visão apenas assustou os soldados, apesar do garoto parecer estar observando Tia com interesse.

Um dos soldados que vasculhava a sala entregou um terminal para o garoto.

Tia estava exultante.

O garoto parecia ser um anjo enviado dos céus pelo qual ela rezara.

— Realmente acabou… Eu não sei quem és, mas se tiver qualquer compaixão sobrando em sua alma, por favor nos salve!

Morrer pelas mãos do garoto seria a salvação deste inferno para Tia.

Ela não mais seria forçada a viver dentro desta prisão que era seu corpo.

Tia pensava que tudo finalmente havia acabado.

— Você quer que eu te salve?

— Sim, é possível entender só de nos ver. Nunca mais poderemos viver como humanos, então, pelas suas mãos…

Após assumirem tais formas hediondas, seria impossível reverter de volta aos seus estados originais.

Não havia mais sentido nenhum em viver.

Entretanto, o garoto não deu a ordem de matar.

— Entendido, irei te salvar. Certifique-se de retribuir o favor. Alguém chame um médico e carregue todos!

Tia percebeu que o garoto havia entendido errado seu pedido para “salvá-los”.

— N-não, espera…

Mas o garoto já havia deixado a sala com alguns dos soldados.

Então ela se virou para aqueles que ficaram.

— Por favor! Me mate! Eu imploro! Apenas me mate!!!

Mas os soldados recusaram.

— … São as ordens do Senhor Liam. Não podemos ir contra isso, sinto muito.

Dentro da escuridão da sala, Tia afundou em desespero.

◇ ◇ ◇

Enquanto deixava a sala, olhava as aparências originais das pessoas modificadas no terminal.

O que era interessante sobre cada pessoa, era que tipos de experimentos tinham sido realizados, e o que havia sido modificado, tudo havia sido escrito em detalhes nos documentos.

Olhei para o processo de modificação, e havia até mesmo algo similar a um diário de criação.

Aparentemente, todas as pessoas costumavam ser bastante bonitas, e foram experimentadas até terem suas aparências atuais.

— Que passatempo nojento.

Eu não conseguia entender como alguém poderia gostar disso.

Meu subordinado me perguntou:

— Senhor Liam, tem certeza que irá ajudar todos?

A pessoa falando era um subordinado com algum conhecimento médico. Ele começou a me explicar que os métodos para tratar pessoas que tinham sido modificadas tanto assim eram bastante limitados.

— Para consertar suas aparências, nós teríamos que fazer com que passem por tratamentos para reconstruir seus corpos do zero.

— Serão capazes de se recuperarem então?

— Requereria um elixir. Podemos apenas precisar usar uma quantidade diluída, mas você deve saber o quão caro e valioso eles são.

Normalmente quando se fala de elixires em universos de fantasia, se tem a imagem de um remédio universal.

Eles existiam neste universo também, mas havia apenas alguns deles em todo o Império.

Se alguém levasse a um mercado aberto, definitivamente ele seria vendido a um preço exorbitante.

— Eu vou comprar. Elixires são algo que eu também estive querendo, então vamos comprar alguns.

Se eu vender todos os tesouros que obtive de Goaz, certamente obteria uma quantia considerável de dinheiro.

Podia haver ainda mais tesouros que eu não tinha encontrado ainda também.

Além do mais, estive querendo ter um elixir pessoal já há algum tempo.

— Não, não é tão simples, também precisaríamos contratar médicos especializados e preparar equipamentos de ponta para eles. Mesmo com isso, levaria anos para reverterem às suas formas originais, e na remota hipótese de se recuperarem, então indubitavelmente precisariam de terapia para lidar com o estresse mental que foram forçados a passar. Os custos de tratamento seriam imensos.

Eu não via nenhum problema real já que tínhamos ganhado muito dinheiro dessa vez, todavia.

— Só estou ajudando porque me pediram ajuda.

— Quando pediram que você os salvasse, estavam dizendo…

— Eu sei.

Meu subordinado caiu em silêncio.

Não haviam como essas pessoas esperarem viver mais uma vida normal.

Eu também sabia disso… mas ao ver os processos escritos no terminal, pude apenas dizer que essas pessoas apenas tiveram azar.

Eu sentia simpatia por elas, que sofreram por coisas muito piores que eu.

A maioria das pessoas que foram capturadas tiveram seus lares destruídos nas incursões de Goaz.

A maioria dessas pessoas não tinha lugar nenhum para onde voltar.

— Estou me sentindo um pouco generoso no momento. Além do mais, não é ruim realizar boas ações de vez em quando, não acha?

Meu subordinado ficou em silêncio e não sabia o que dizer.

◇ ◇ ◇

Quando finalmente retornei ao meu território, recebi as boas-vindas de um herói.

Muitas das pessoas choravam de alegria como Brian, que me cumprimentou na mansão.

Amagi estava como sempre.

Mas Brian chorava ao ponto de ser quase desconcertante.

— Senhor Liam, este Brian definitivamente acreditou que retornaria em segurança!

— O-oh, entendo.

Amagi adicionou suavemente:

— Só estava levemente preocupada, eu sabia que venceria.

— … é mesmo?

… Queria que ela se preocupasse um pouco mais e chorasse.

Brian tentou dar um relatório através de suas lágrimas, mas não pude entender o que ele estava dizendo, então Amagi assumiu.

E assim…

— Eu fui convocado à capital imperial?

— Sim, eles desejam conferir uma medalha de honra ao senhor que derrotou os Piratas de Goaz. É só uma declaração no momento, mas o anúncio oficial deve chegar em breve.

Foi então que me lembrei das palavras do guia.

Ele disse que eu completaria grandes conquistas através de feitos militares.

Tudo havia se tornado realidade.

Por destruir uma frota pirata desse tamanho, eu tinha recebido uma quantidade incrível de tesouro e honra.

Caçar piratas realmente é lucrativo.

— Além disso, fomos contactados pela Câmara de Comércio Henfrey e pela Sétima Fábrica de Armamentos. Thomas quer iniciar conversas sobre comprar os espólios.

— O que a fábrica de armamentos quer?

Eu não conseguia realmente pensar em uma razão para a fábrica onde a bela Nias trabalhava entrar em contato comigo.

Mas Amagi prosseguiu de imediato:

— Muitas das armas que os piratas usaram eram coisas desenvolvidas em outros países. Eles querem comprá-las como materiais de pesquisa.

— Então eles só querem garantir mais coisas para pesquisar?

— Se tiver encontrado qualquer material raro, eles também gostariam de comprar para aumentar seu estoque de materiais.

Os piratas Goaz possuíam uma quantidade substancial de metais preciosos.

… Embora isso não me faça feliz porque não havia muito ouro.

— Acho que irei falar com o Thomas primeiro.

— Iniciarei as preparações imediatamente.

As coisas realmente eram fáceis desde que se tenha subordinados competentes trabalhando para você.


Tradução: Batata Yacon   |   Revisão: Delongas


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7 ideias sobre “LoMa – Volume 1 – Capítulo 12

    1. Batata Yacon Autor do post

      Não deixa claro, mas pelo que dá a entender… Procura por “saya no uta real form” no google.

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